
Um kobo. A eterna indecisão da minha vida que terminou no dia do meu aniversário. Porque até esse dia, estava sempre indecisa entre [1] vou comprar e [2] não vale assim tanto a pena. Agora, um mês depois desta experiência, aqui me confesso, estou rendida. Para quem lê muito, em casa, no carro e em todo o lado, é uma das melhores coisas. Porque o tamanho é perfeito. E o peso é o ideal. Porque podemos ler mil e um livros a um valor bastante irrisório [com uma simples assinatura mensal no Kobo Plus]. E até porque sinto que consigo ler mais depressa, apesar de ainda não ter percebido muito bem o porquê.
Mas não é um livro. Não cheira a papel. E tão pouco sentimos a textura aproximada do papel. E por isso, as minhas estantes não deixarão de ficar cheias. E a feira do livro está mesmo aí à porta. Porque ler um livro físico será sempre uma experiência diferente. Por isso, o plano será ter duas leituras em simultâneo, de géneros antagónicos. Ou, quando o livro do mês estiver disponível no Kobo Plus, alternar a leitura nos dois formatos. E no fim, o que importa é lerem, seja que formato for.