E ao quarto dia na ilha, as saudades já começavam a apertar e o tempo que se fez sentir mostrava o espírito ligeiramente deprimido. Com um nevoeiro cerrado e chuvas fortes, que não nos demoveram nem por um segundo, começámos pela Ponta da Ferraria. Têm a possibilidade de deixar o carro num parque mais abaixo ou mais acima, dependendo da confiança que têm nele. E como confiámos mais nas nossas pernas, lá fomos nós sempre a descer, em direção às águas termais, a cerca de 30º. Onde o oceano nos surpreende com água fria e água quente, que não se misturam.




A próxima paragem do roteiro marcava o Miradouro da Vista do Rei, aquele que prometem ser o que nos desvenda a Lagoa das Sete Cidades. Mas que, graças ao nevoeiro cerrado, não nos permitiu ver coisa alguma. Nada, não se via nada! Mas não desistimos assim tão facilmente e descemos até às Lagoas. E confirma-se, há mesmo uma Lagoa Azul e uma Lagoa Verde. Mas há que vos preparar que esta diferença só é percetível quando vemos a Lagoa das Sete Cidades cá em baixo. E no último dia, vão perceber qual é a perceção do Miradouro.



Já não tínhamos bolos lêvedos, pelo que era extrema importância tratar de repor o stock. E, por isso, regressámos à zona do Parque Terra Nostra, com uma paragem no Parque da Alameda. Mais um parque muito bonito, com um aquário cheio de peixes.


O caminho de regresso até ao hotel reservava-nos algo pelo qual esperávamos ansiosamente: trânsito de vacas felizes!
