Voltar a percorrer as ruas de Roma passados sete anos foi incrível. E ainda mais especial. Porque cada canto é um verdadeiro encanto. Cada rua merece que nos percamos enquanto a apreciamos. É tudo tão arquitetonicamente bonito. Mesmo com quase todos os momentos a serem alvo de reparação. Pois é, acertámos mesmo em cheio. E, como não era suficiente, ainda apanhámos as obras de reparação da rede elétrica e a ampliação da linha C do metro. Mas acreditem que não incomoda. Porque é tudo feito de forma tão organizada e civilizada, que parece que nem está a acontecer.

A Fontanta di Trevi, mesmo sem água, continua a ser imponente. A sua beleza é magnífica. E sim, há sete anos, atirei uma moeda. É impressionante a quantidade de pessoas que por ali param. Sabiam que, por ano, são retirados cerca de 1 milhão de euros só em moedas?

E porque queríamos continuar a apreciar as ruas até chegarmos ao próximo destino, demos de caras com o Tiempo di Adriano, outro edifício magnífico. Com uma exposição gratuita sobre a Bolsa de Valores e o Mercado. Finda esta descoberta, rumámos ao Pantheon que estava à nossa espera. Uma fila gigantesta e uma praça cheia de pessoas ansiosas por visitarem mais um dos ícones desta cidade italiana.

A Piazza Navona foi a nossas primeira paragem numa das muitas praças que caracterizam esta cidade e uma das que repetimos mais vezes. Porque quase todos os locais que estavam no nosso roteiro, tinham passagem por aqui. E a La Romana foi um chamamento divino. Porque tem os melhores gelados italianos. Mas sobre isto, falaremos mais tarde.


Uma pausa estratégica levou-nos até à Basílica Sant’ Andrea Della Valle, que foi a basílica mais bonita que vimos. No interior, tem dois espelhos que nos permitem ver os tetos extraordinariamente bem trabalhados. E rumámos ao último ponto do primeiro dia: a Piazza di Sapgna. Com uma banda sonora de fundo algo peculiar: os apitos dos polícias. Porque não é permitido estar sentado na escadaria. Nem para tirar uma fotografia. Mas subam tudo e deliciem-se com o pôr do sol italiano, mui belo.



