
O livro | Batismo de Fogo
A guerra devasta territórios. A Irmandade dos Magos foi aniquilada. E o futuro da magia está ameaçado. É num ambiente caótico que se desenrola a ação cheia de estímulos e picos de tensão, com um ritmo acelerado.
Geralt está gravemente ferido e com o coração despedaçado. Isso mesmo, o bruxo frio que é contratado para matar os monstros mais ferozes e as criaturas mais horrendas, afinal tem sentimentos. O reaparecimento de Yennefer está envolto num mistério ligeiramente dúbio. Tal como o seu desaparecimento, que pouco ou nenhum rasto deixou. Encontramos Jaskier onde o perdemos, embrenhado nas suas baladas. O bardo que nos anima com as suas constantes intromissões nos momentos menos convenientes. E a princesa Cirilla, que continua em parte incerta a lutar pela sobrevivência.
Retomámos o ritmo de ação que nos estimula o interesse, mas que continua com descrições muito exaustivas, com uma especificidade característica da literatura fantástica, que acaba por prejudicar toda a experiência de leitura. Mas tal não significa que não queria saber como o mundo acabará.