Na ilha das cascatas em cada canto que são um encanto, come-se muito bem. E ainda bem que assim foi, porque um dia inteiro a subir por montes e vales, só podia terminar da melhor forma. Em todos os dias. Mas vamos ao que interessa, sem ordem de preferência. Porque foram sempre experiências gastronómicas muito boas, felizmente.
Casa do Bolo do Caco | Aqui vende-se o melhor prego no bolo do caco. E confirmo porque tenho motivo de comparação, na mesma rua. Um prego suculento, em bolo do caco torrado com manteiga de alho e ervas divinal.
Abrigo dos Prazeres | Uma agradável surpresa nos Prazeres que não estava no roteiro. A atenção do chefe foi extraordinária. A esperada estava deliciosa. E a poncha caseira de tangerina e limão estava perfeita.
Maré Alta | A experiência gastronómica que me fez sair da zona de conforto. Onde comi o melhor peixe grelhado, até ao dia. Era peixe carneiro, uma das especialidades da ilha. E as lapas, senhores. As melhores lapas que comi, deliciosas.

O Chico | Com o melhor bolo do caco com manteiga de alho e ervas caseira. Com os melhores camarões grelhados ao alhinho. Com mais uma espetada divinal, porque foi isso que fomos fazer à ilha. O rabo de boi a baixa temperatura também estava de fazer crescer água na boca de tão tenro e aromático que estava.

O Lagar | Porque o melhor fica para o fim, o último jantar foi no melhor restaurante ao qual podíamos ter ido. Quando voltarmos à ilha, sabemos que voltaremos aqui, mesmo que fique fora de mão. E esperamos encontrar o senhor que nos acompanhou durante toda a refeição. Com um sentido de humor extraordinário, que nos aconselhou, recomendou e ainda deu dois dedos de conversa. Uma simpatia extraordinária. E como não há duas sem três, aqui comemos mais uma espetada. A melhor de todas. Em pau de loureiro (que pelos vistos não é assim tão comum e pode não haver!). O milho frito é bom, mas estranho. Quanto ao bailinho da Madeira, tivemos pena de não assistir, mas naquele dia não estava programado (disseram-nos que era às segundas, terças e sextas, experimentem!).
💰 Na ilha da Madeira, come-se bem. Mas é mais caro do que nos Açores. O preço médio rondou os 28€, por pessoa. Com exceção do Maré Alta que rondou os 40€, por termos comido peixe ao cotado ao kg.