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Florença, dia 02

A Basílica Santa Maria Novella, localizada mesmo ao pé da estação ferroviária com o mesmo nome, apresenta-se de forma imponente, com uma fachada de estilo medieval a contrastar com a igreja, claustro e casa capitular, de inspiração clássica. Apesar de não existir harmonia, é estranhamente interessante do ponto de vista arquitetónico.

O Palazzo Vecchio era o próximo ponto do roteiro, mas a subida à torre já tinha esgotado e a espera para visitar o palácio contava com duas horas. Conclusão: não o visitámos, mas ficámos com uma desculpa para regressar, um sacrifício.

Assim, por entre ruas estreitas e belas, fomos até ao encontro do I’ll Porcellino, uma estátua de um javali cuja lenda nos diz que após esfregar o seu focinho e colocar uma moeda, se esta cair nas grades, voltaremos a Florença. É uma zona menos nobre, com venda ambulante e demasiada confusão. A moeda ficou no bolso, mas o javali foi apreciado.

E como ainda havia muito para aproveitar, mesmo com a chuva já a ameaçar a minha plenitude, fomos até ao Palazzo Médici e Riccardi. Um palácio que foi inicialmente propriedade da família Médici e, posteriormente, ampliado pela família Riccardi. Aos dias de hoje, é a sede do Conselho Provincial. Mas, o bilhete foi caro, para o que temos para ver, tendo ficado aquém.

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